pós-graduação híbrida em

ENFERMAGEM EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA – PRÁTICAS INTEGRADAS

600 horas

híbrido

por que uma
pós-graduação
híbrida?

  • Atividades online para fixação e avaliação de conteúdo – tanto individual quanto em grupo.
  • Aulas remotas ao vivo com professores da disciplina e oportunidade de interação com colegas de sala.
  • Aulas práticas presenciais para aplicação da teoria na vivência da profissão.

apresentação

Segundo as recomendações da comissão de saúde da mulher do COFEN, para a formação
de Enfermagem ginecológica e obstétrica, as equipes de assistência em enfermagem, mais
diretamente os enfermeiros(as) devem estar aptos(as) para atuar no cuidado à saúde da mulher
quando se trata de processos de reprodução, gestação, parto, nascimento, puerpério, ao
neonato e família, compreendendo aos aspectos fisiológicos, sociais, culturais, emocionais e
éticos, sempre orientados pelas boas práticas, evidências cientificas, princípios e diretrizes do
SUS.
A ideia principal na formação do enfermeiro(a) especialista em enfermagem ginecológica
e obstétrica é um profissional com uma visão mais voltada ao lado humanista, crítico e reflexivo,
com acolhimento das necessidades, demandas e a garantia do acesso de forma fácil, pautando
no atendimento integral, primeira parte à saúde do corpo, seguido pela saúde reprodutiva e
contracepção, e chegando da gestação ao nascimento, como eventos normais da vida.
Sobretudo é importante que o profissional esteja capacitado a conhecer e intervir nos
problemas/situações de saúde da mulher e também do neonato prevalentes no perfil
epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, levando em consideração
aspectos familiares, as dimensões fisiológicas, sociais culturais, econômicas, éticas e políticas de
seus determinantes. Esse profissional também será capaz de atuar com o senso de
responsabilidade social e compromisso com a cidadania.
Como razões principais para oferecimento do Pós-graduação Lato Sensu em Enfermagem
em Ginecologia e Obstetrícia - Práticas Integradas, temos: o número alto anualmente de novos
graduados de enfermagem, o mercado de trabalho cada vez mais exigente por profissionais
capacitados e a grande demanda por profissionais com especialização em ginecologia e
obstetrícia. Além disto, a necessidade de atender uma demanda reprimida, já que há poucos
cursos de pós-graduação em Enfermagem em suas especialidades, no modelo semipresencial.

objetivos

- Aprofundar os conhecimentos do enfermeiro na assistência integral em todas as
fases da reprodução, principalmente no Pré-natal, até o nascimento;
- Capacitar o enfermeiro a prestar assistência adequada em Perinatologia;
- Capacitar profissionais graduados em enfermagem a atuar em Postos e Centros de 
Saúde, Hospitais públicos e privados;
- Formar especialistas em prevenção, avaliação, diagnostico de enfermagem e 
atendimento integral a saúde ginecológica e obstétrica;
- Oferecer elementos teóricos e ferramentas necessárias à especialização profissional
na área de Enfermagem Ginecológica e Obstétrica; 
- Tonar Hábil os Enfermeiros para atuação em diferentes tipos de atendimentos
obstétricos.

público-alvo

Este curso destina-se a Enfermeiros(as) que atuam ou pretendem atuar no atendimento
à saúde da Mulher com ênfase em Ginecologia e Obstetrícia.
O pré requisito é apresentar comprovante de conclusão de Curso Superior em
Enfermagem e cópia de documentos pessoais, para garantia de diploma válido pelo COFEN,
conforme Resolução COFEN Nº 581, de 11 de julho de 2018, atualizada pela Resolução COFEN Nº
610, de 10 de julho de 2019, que determina a obrigatoriedade de registro do diploma de
especialista no Sistema COFEN/CORENs e que em seu Art. 4º, parágrafo 2º determina que o
Sistema COFEN/Conselhos Regionais de Enfermagem somente procederá o registro de títulos de
pós-graduação lato sensu, quando iniciado, após conclusão da graduação.

mercado de trabalho

Os incentivos do Ministério da Saúde para que a realização dos partos normais seja
prioritária, sobre os demais tipos de parto no país, tem feito com que o mercado para a
Enfermeiro(a) Obstetra fique bastante aquecido.
Soma-se a isto, a constante luta pelo COFEN – Conselho Federal de Enfermagem, para
valorização dos profissionais de Enfermagem, com publicações de Resoluções, recomendações e
normas técnicas tem garantido o livre exercício da enfermagem conforme disposto pela Lei No
7.498, de 25 de junho 1986 e pelo Decreto No 94.406, de 08 de junho de 1987.
Algumas destas resoluções garantem a autonomia da assistência de enfermagem em
diferentes áreas, principalmente na obstetrícia. A resolução COFEN No 568, de 09 de fevereiro
de 2018, alterada pela resolução COFEN No 606, de 05 de abril de 2019 é um delas, esta
resolução Regulamenta e disciplina o funcionamento dos Consultórios e Clínicas de Enfermagem,
abrindo a possibilidade de aberturas de Clínicas de enfermagem voltadas a saúde da mulher,
com foco em ginecologia e obstetrícia para a assistência aos problemas de saúde da mulher em
todo o seu ciclo de vida, ao pré-natal, realização de partos normais sem distorcias e
acompanhamento ao binômio recém-nascido–mãe no puerpério.
Outra Resolução importante para o mercado de trabalho de Enfermagem Obstétrica é a
Resolução COFEN Nº 516/2016 – alterada pela Resolução COFEN Nº 524/2016, de 24 de junho
de 2016, Normatizar a atuação e a responsabilidade do Enfermeiro Obstetra na assistência às
gestantes, parturientes, puérperas e recém-nascidos nos Serviços de Obstetrícia, Centros de
Parto Normal e/ou Casas de Parto e demais locais onde ocorra essa assistência e estabelecer
critérios para registro de títulos de Enfermeiro Obstetra no âmbito do Sistema COFEN/Conselhos
Regionais de Enfermagem, sendo que o registro do título é obrigatório e os requisitos, desde de
2015, passam a ser, além do diploma de pós graduação em Enfermagem Obstétrica, a
comprovação de realização de no mínimo: 15 (quinze) consultas de Enfermagem pré-natais; 20
(vinte) partos com acompanhamento completo do trabalho de parto, parto e pós-parto; e 15
(quinze) atendimentos ao recém-nascido na sala de parto.
Das orientações, normas e pareceres, podemos citar o Parecer N° 13/2018/COFEN/CTLN,
de 20 de junho de 2018, que opina não haver óbices na utilização da laserterapia com
autonomia pelo Enfermeiro, após estar devidamente capacitado através de curso, pois essa
prática requer do profissional conhecimento de física, biofotônica, interação laser e tecido
biológico, dosimetria, além de aprofundamento em fisiologia e reabilitação. Que abre mais um
espaço de atuação para a enfermagem ginecológica e obstétrica com a possibilidade de
utilização de laser para a assistência de enfermagem no pós parto.
Além disto, os profissionais pós-graduados em Enfermagem Obstétrica estão habilitado a
realizar partos normais sozinho ou integrando uma equipe multidisciplinar e podem atuar nos
setores públicos e privados, como por exemplo em: Hospitais, Maternidades, Casas de parto,
Postos de saúde, Unidades básicas de atenção à saúde, Clínicas, Universidades, entre outros.

organização curricular

DISCIPLINA HORAS
Módulo 1
Desenvolvimento Pessoal e Profissional nas Carreiras da Saúde 40h
Anatomia e Fisiologia voltadas a Ginecologia e Obstetrícia 60h
O Processo de Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia 40h
Políticas Públicas de Saúde na Atenção à Mulher, Gravidez, Parto e Puerpério 40h
Assistência de Enfermagem ao Pré-Natal 40h
Assistência de Enfermagem ao Trabalho de Parto 40h
Assistência de Enfermagem ao Puerpério 40h
Urgências e Emergências Ginecológicas, Obstétricas, em Perinatologia e no Puerpério 60h
Novas Assistências Ginecológicas e Obstétricas 40h
Vivências Integradas: Práticas de Pré-Natal,Trabalho de Parto, Parto, Pós Parto e de Assistência ao RN na Sala de Parto 200h
Carga Horária Total 600h
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC (Optativa)* 60h
Carga Horária Total com TCC 660h
*O TCC é opcional e tem custo adicional.

duração do curso

Oferecer-se-á o curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Enfermagem em Ginecologia e
Obstetrícia - Práticas Integradas com duração aproximada de 11 (onze) meses.

certificação

O curso é autorizado pelo Ministério da Educação - MEC, por meio da Portaria nº 362
de 14 de março de 2017 e com validade em todo o território nacional. Atende às exigências
da Resolução CNE/CES nº 01, de 6 de abril de 2018 e do Decreto Federal nº 9.057/2017.

investimento

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